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O que viajar me ensinou sobre como vivem as mulheres em outros países

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Você provavelmente já ouviu essa frase por aí: viajar é a única coisa que você compra e te deixa mais rico. E sabe que eu só posso concordar com ela. Um grande exemplo foi a oportunidade única que eu tive de conhecer de perto como vivem as mulheres em outros países.

Desde que eu empacotei minhas coisas e fui viajar, eu realmente enriqueci. Tive a melhor aula prática de autoconhecimento.

Tive também a oportunidade de conhecer pessoas de diferentes culturas que mudaram muito meu jeito de ver o mundo.

O assunto desse texto é um pouco diferente. Não vou dar dicas sobre lugares que já passei, hoje eu quero compartilhar histórias de pessoas que conheci nessa jornada.

Mais especificamente história de mulheres. De países como Arábia Saudita, Chechênia e Cazaquistão que me contaram sobre os costumes que elas ainda são obrigadas a seguir até hoje em seus países.

O meu relato de como vivem as mulheres em alguns países do mundo eu publiquei originalmente no meu site pessoal. Resolvi trazê-lo para o Blog Eu Viajei porque acredito que viajar é capaz de mudar nossa perspectiva do mundo (e da nossa vida).

Boa leitura!

Como vivem as mulheres em outros países do mundo

o que viajar me ensinou flores

Chechênia e Cazaquistão

Dois países localizados próximos da Rússia e que pertenceram à União Soviética no passado. Além de ambos terem como uma das línguas oficiais o russo, eles possuem outro ponto em comum: como vivem as mulheres por lá.

Da Chechênia, conheci uma senhora, aproximadamente na beira dos 56 anos. Simpática, de voz mansa e quieta.

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Já a do Cazaquistão uma bela mulher, com seus cerca de 40 anos. Cabelos bem longos, escuros, sempre muito bem arrumada.

Ao jogarmos papo fora na hora de uma pausa para o café, a bela mulher começou a contar como era sua vida quando era casada no Cazaquistão.

“Sair vestida assim lá? Nem pensar. O marido só deixa você colocar vestidos longos e soltos e tem que esconder o rosto. Quando eu ia trabalhar ele me deixava na porta do local e esperava alguns minutos pra ver se eu não ia sair”.

Ela fazia mimica e zombava da situação:

“Depois, 12h em ponto ele estava lá para me pegar. Almoçávamos em casa e novamente ele me deixava no trabalho. Na hora de ir embora, se eu não estivesse às 18h em ponto na porta onde ele me esperava, ele tinha o direito de entrar no lugar e me procurar”.

A senhora ria e concordava com tudo, dizendo que era assim mesmo. Depois ela acrescentou “E se você discordar do marido então?”. Elas se olhavam e riam, claramente se identificavam com a situação que viveram durante anos.

A bela mulher engatou a falar “Era assim, se o marido dissesse não, você tinha que acatar e ficar quieta. Se você estivesse na rua e não o obedecesse, ao chegar em casa era algo catastrófico”.

Ela enfatizou o catastrófico umas duas vezes.

Como elas vivem hoje

A senhora saiu de seu país com o marido e a família e hoje vivem na França, ela ainda vive esse regime semiaberto.

Já a bela mulher largou o marido no Cazaquistão e veio com os pais para a França, hoje ela veste saias, jaquetas, usa maquiagem e deixa seus cabelos bem soltos ao vento.

Arábia Saudita

Um país que vive sobre uma Monarquia absoluta, ou seja, o rei tem poder para decidir tudo. Já as mulheres…

Todas as meninas e meninos também que conheci da Arábia Saudita eram unânimes na descrição de como vivem as mulheres por lá.

Elas não podem sair de casa se não estiverem acompanhadas do irmão, pai, marido ou qualquer segurança homem.

Elas também são proibidas de dirigirem e não há ônibus por lá. Todos da família possuem um carro, todos os homens, claro.

Então, se um belo dia você acordar querendo ir passear no shopping para fazer compras, não se esqueça de solicitar um motorista e um acompanhante homem.

Assim como muitos países árabes, as mulheres por lá usam lenços para esconder os cabelos, pelo que entendi o nível de quanto você precisa “se esconder” varia de acordo com as regras da religião que você segue. Existem os Sunitas e Xiitas.

A que mais me marcou foi uma médica e mãe de três crianças que estudava comigo. Não era possível ver nada mais do que seus olhos.

Um dia ela fez umas gostosuras tradicionais de seu país e trouxe para compartilhar com todos. Lembro dela comendo por baixo dos lenços, com todo cuidado para que nada ficasse à mostra.

As principais reclamações das mulheres pelo mundo

O The Guardian, jornal britânico, para comemorar o último dia 8 de março, pediu que mulheres de diferentes nacionalidades dissessem o que elas acham que precisa ser melhorado em seus países.

Olha só o resultado:

Reino Unido

  • Mais suporte para as vítimas de violência doméstica.
  • Combate ao assédio e racismo nas ruas.

Estados Unidos

  • Combate às desculpas esfarrapadas para violência sexual.

Estônia

  • Menor desigualdade entre salário pago para homens e mulheres.

Iraque

  • Mais suporte e autonomia para mulheres com deficiência.

Índia

  • Combate ao assédio sexual que acontece a qualquer momento.

Indonésia

  • Acabar com a crença que mulheres são indefesas e precisam de proteção.

Brasil

  • Combate ao estupro e mais segurança.

Países Baixos

  • Mais cuidado e atenção à prostituição legalizada.

Irlanda

  • Mais oportunidade para discussão do aborto.

Dinamarca

  • Maior número de mulheres em posições de gestão.

Essas são algumas das experiências que tive em minha jornada, compartilhe as suas comigo nos comentários!

Até a próxima! ✈

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Tags: desigualdade de gênerosmorar foraviajar
Líh Freitas

Líh Freitas

Jornalista e viajante. Já morei na Irlanda para um intercâmbio e hoje moro na França, também já experimentei a vida como nômade digital. Amo escrever, filosofar, fotografar e um bom pain au chocolat.

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